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Proposta estima receita de R$ 791,7 milhões para o próximo exercício e detalha investimentos prioritários em Educação e Saúde
A Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de Ijuí realizou, no final da tarde de terça-feira, 23, uma audiência pública para apresentar e instruir o Projeto de Lei nº 232/2025, que trata da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2026. O encontro teve como objetivo dar transparência ao planejamento financeiro do município, estimando as receitas e fixando as despesas para o próximo ano.
A apresentação foi conduzida pela Presidente da Comissão, Vereadora Alexandra Lentz (PP), que destacou que o projeto já havia passado por uma análise minuciosa dos membros da Comissão antes da exposição pública. Também acompanharam os debates os Vereadores Almiro Fortes (PL), Bira Teixeira (PT) e Eliezer Luginski (PP). O Poder Executivo esteve representado por servidores da Secretaria Municipal de Educação (SMEd).
Projeções de Receita e Investimentos De acordo com os dados apresentados, o orçamento consolidado para 2026 está estimado em R$ 791.732.900,00. Desse total, a Administração Direta responde por R$ 495.141.100,00, enquanto a Administração Indireta (composta pelo Previjuí e DEMEI) soma R$ 296.591.800,00.
Entre as principais fontes de recursos correntes, destacam-se:
Prioridades na Despesa No que diz respeito à fixação das despesas, a Educação e a Saúde seguem como as áreas com maior volume de recursos na Administração Direta. A Secretaria Municipal de Educação possui uma projeção de gastos de R$ 162.752.300,00 (33,3% da administração direta), seguida pela Secretaria Municipal de Saúde, com R$ 132.008.200,00 (27%).
A Vereadora Alexandra Lentz ressaltou que o município projeta aplicar 31,22% da receita resultante de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino, superando o mínimo constitucional de 25%.
Outro ponto detalhado foi a despesa consolidada por natureza, onde o Pessoal e Encargos Sociais representa o maior montante, totalizando R$ 412.863.350,00 (52,15% do orçamento total).
A audiência também esclareceu a diferença entre receitas e despesas na administração direta e indireta. Essa variação ocorre devido à transferência de parte da arrecadação do Imposto de Renda (IR) ao Previjuí, conforme legislação vigente, visando o equacionamento do déficit atuarial da previdência municipal.
Com a realização da audiência, o Legislativo cumpre a etapa de participação popular e transparência, permitindo que a comunidade acompanhe como os recursos públicos serão geridos no ano de 2026.
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